quarta-feira, 30 de junho de 2010

Barco


Num confuso dia, um barco grande velejar vi.

Numa fria manhã de Inverno, na fria Rússia,

Vi um quebra-gelo quebrar a manhã fria.

Tal era a dificuldade de penetrar

Naquele gelo que encalhou e fundear

Foi a uma gélida praia onde só

Gelo havia e onde plantas

Ao sabor do vento dançavam, ao tristonho

Ritmo do esquecimento e do silêncio.



Plantas humanas que ao vento estavam dançando,

Que ao esquecimento levadas foram, mudas

Como o gelo que as rodeia completamente.



Azaradas plantas que destruídas foram

Pelo impiedoso gelo e frio da Rússia.

Pobres plantas que próprio ritmo

Não têm, pois aquele imponente barco

As fora salvar e certamente não

O conseguirá fazer pois elas

Não têm vontade própria e o barco

Assim não as poderá nunca levar a

Bom porto. Com o derreter do gelo,

O barco embora foi e as plantas

Em triste e fúnebre terra ficaram.



Bendito divino barco, que muito fez

Pelas plantas mas como ele arrancar

Planta por planta não podia, ele

Para o céu foi e as plantas não levou.
9 de Março de 2008

1 comentário:

  1. Justificado, pois mediante a fé, temos paz com Deus por meio do nosso Senhor Jesus Cristo;
    por intermédio de quem obtivemos igualmente acesso, pela fé, a esta graça na qual estamos firme; e gloriamo-nos na esperança da glória de Deus.


    Olá menino, vim deixar um carinho, e desejar um abençoado fim de semana, bjos.

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