quarta-feira, 30 de junho de 2010

A barca

Bela e formosa barca, grandes almas

Guerreiras em ti, por grave e forte erro,

Confiam a velhice e a fealdade

Dos seus Corpos moribundos em negras águas.



A brancura lívida dos sumidos

Corpos flutua calmamente sobre

As pesadas almas da enferma barca,

Contraste nítido aquosamente obtido.



A preto e branco retratado está

O nosso terreno mundano por

Nós, em insano estado, tão amado.



Mundo, porque te amamos nós assim,

Se apenas infame e desleal luta

Interior nos trazes? Nunca saberemos.


17 de Outrubro de 2008

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